É interessante observar o momento da partida.
A conversa que precisa ser interrompida quando está no seu clímax, pois é chegado o momento simples de partir...
A própria palavra partir traz em si um tom pesado, é preciso desatar os nós que prendiam a conversa, o convívio, é necessário, pois o momento de ir chega sem aguardar a conclusão disso ou daquilo.
E quando se pensa que a conversa foi concluída, parte-se para o abraço que deseja eternizar aquele momento, como lembrança, como um aconchego para quem fica e, também para que vai.
A partida é necessária para alargar os horizontes, os belos horizontes, mas sempre fica o gostinho nostálgico do permanecer, mas é chegado o momento de partir e carregar consigo as histórias, experiências de vida, cada sorriso, cada conversa, cada relacionamento que seguem gravados em nosso memória.
A partida vale a pena, quando há o reencontro. Ah! O reencontro. Que festa! Alegria! Êxtase!
Aí sim, valeu a pena o partir, mas mais ainda o regressar. Um regressar momentâneo, pois o momento de partir chegará e aí, caberá o rito de lembrar do que foi bom e continuar a história de nossas vidas, com a expectativa do reencontrar eterno.
Pense nisso e seja feliz!

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